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Uma nova categoria pronta para enfrentar os novos desafios da energia

Num momento histórico, marcado por tantas transformações principalmente no mundo do trabalho, os trabalhadores do setor de energia ousaram construir uma nova forma de organização sindical, calcada principalmente nos princípios de liberdade e autonomia.

Estamos falando do Sinergia CUT, fundado oficialmente em 16 de novembro de 1997, para unificar mais de 30 mil trabalhadores de um setor estratégico e essencial ao desenvolvimento brasileiro, e filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT) em dezembro de 1999.

O setor de energia vem sofrendo drásticas alterações que começam pela implantação desordenada de novas tecnologias, passam pelo festival de privatização do patrimônio público até a mudança na matriz energética, com a exploração do gás natural e o projeto de novas termelétricas, principalmente depois da conclusão do gasoduto Brasil-Bolívia.

Isso apontou para a necessidade da unificação de eletricitários e gasistas numa nova categoria, os energéticos, dentro de uma nova forma de organização sindical, capaz de responder com competência aos desafios do setor, aos anseios dos trabalhadores e às expectativas da população. 

Mais: o resultado da privatização irresponsável de um serviço público essencial à vida, somado à falta dos investimentos necessários à expansão da oferta de energia e à incapacidade de planejamento e de fiscalização do governo FHC, ameaçou jogar o Brasil no escuro. Em 2001, os brasileiros foram obrigados a conviver com o maior racionamento de energia da história, que impôs multas e ameaças de corte, numa crise anunciada há tempos por técnicos e especialistas do setor, Sinergia CUT inclusive.

Uma entidade democrática e transparente, que se organiza a partir dos locais de trabalho para a defesa dos direitos da categoria, mas atua também para ampliar a inclusão social e a conquista da cidadania para todos. É por tudo isso que o Sinergia CUT, além de exemplo nacional de liberdade e autonomia sindical na prática, é também respeitado nacionalmente por suas propostas concretas para garantir energia de qualidade, acessível a toda a população e sob controle social.

Se o serviço é essencial, o Sinergia CUT é indispensável.













Coletivo de Comunicação do Sinergia CUT
Diretor Responsável: Claudinei Ceccato • Jornalista Responsável: Lílian Parise
Redação: Lílian Parise (MTb 13522/SP), Cecília Gomes (MTb 42799/SP) e Débora Piloni (MTb 25172/SP)
Ilustrações: Bira Dantas • Desenvolvido por Espaço Media